Vaga para Corretores de Imóveis

Idea Consult está selecionando para seus clientes:

Corretor de imóveis

Para trabalhar na Grande Florianópolis (4 profissionais) e especificamente na região de Palhoça (2 profissionais).

Características da vaga:

  • disponibilidade para trabalhar em finais de semana;
  • profissional autônomo, com comissão de 40% sobre o lucro da imobiliária

Interessados devem enviar currículo para o e-mail: dayse@ideacon.com.br ou entrar em contato pelos telefones (48) 9141-0150 ou 3344-3713 com urgência.
Dayse Rodrigues – Consultora em Recursos Humanos
Psicóloga – CRP-12/02390

Vaga

Idea Consult está selecionando para seus clientes:

  • Médico clínico geral

Para trabalhar no período da manhã, três horas por dia, três vezes na semana, realizando exames laborais em empresa de segurança e medicina do trabalho, em São José.

  • Corretor de imóveis

Para trabalhar na Grande Florianópolis. Não se exige experiência como corretor, somente na área de vendas.

  • Vendedor externo

Para trabalhar na Grande Florianópolis. Exige-se experiência em vendas.

Interessados devem enviar currículo para o e-mail: dayse@ideacon.com.br ou entrar em contato pelos telefones (48) 9141-0150 ou 3344-3713 com urgência.
Dayse Rodrigues – Consultora em Recursos Humanos
Psicóloga – CRP-12/02390

Novas Vagas

Idea Consult está selecionando para seus clientes:

  • Médico clínico geral

Para trabalhar no período da manhã, três horas por dia, três vezes na semana, realizando exames laborais em empresa de segurança e medicina do trabalho, em São José.

  • Corretor de imóveis

Para trabalhar na Grande Florianópolis. Não se exige experiência como corretor, somente na área de vendas.


Interessados devem enviar currículo para o e-mail: dayse@ideacon.com.br ou entrar em contato pelos telefones (48) 9141-0150 ou 3344-3713 com urgência.

Dayse Rodrigues – Consultora em Recursos Humanos

Psicóloga – CRP-12/02390

O que significa ser saudável?

O que significa ser saudável?

Na maioria das vezes em que pensamos em saúde acabamos associando este termo à ausência de doenças. Isso não acontece por acaso, e podemos considerar este fato como um resquício do conceito de saúde utilizado até alguns anos atrás, pois para que um conceito seja mudado na sociedade é preciso muito tempo. Foi somente após o final da segunda guerra mundial que iniciou-se uma preocupação em traçar uma definição positiva de saúde, incluindo fatores como alimentação, atividade física, acesso ao sistema de saúde, etc. Desta preocupação surgiu o conceito de saúde definido pela OMS (Organização Mundial de Saúde) e que vem sendo utilizado até hoje. Para a OMS saúde é um estado de completo bem-estar físico, mental e social, e não apenas a ausência de doenças.

No dicionário de termos técnicos de medicina e saúde, organizado por Luís Rey (ed. Guanabara Koogan), pode ser encontrada a seguinte definição de saúde:
“saúde é uma condição em que um indivíduo ou grupo de indivíduos é capaz de realizar suas aspirações, satisfazer suas necessidades e mudar ou enfrentar o ambiente. A saúde é um recurso para a vida diária, e não um objetivo de vida; é um conceito positivo, enfatizando recursos sociais e pessoais, tanto quanto as aptidões físicas. É um estado caracterizado pela integridade anatômica, fisiológica e psicológica; pela capacidade de desempenhar pessoalmente funções familiares, profissionais e sociais; pela habilidade para tratar com tensões físicas, biológicas, psicológicas ou sociais com um sentimento de bem-estar e livre do risco de doença ou morte extemporânea. É um estado de equilíbrio entre os seres humanos e o meio físico, biológico e social, compatível com plena atividade funcional.”

Se ampliarmos o nosso conceito de saúde, pensando nela como um bem estar não apenas físico, mas também psicológico e social, deveremos ser muito mais criteriosos ao nos autoavaliarmos. Nesta autoavaliação deveremos pensar não somente se não temos nenhuma doença ou dor, mas se estamos bem em vários outros aspectos de nossa vida, como o social, o familiar, o econômico, o psicológico e o espiritual. Desta maneira podemos dividir o conceito de saúde em cinco aspectos: a saúde física, a psicológica, a social, a familiar, a financeira e a espiritual. Onde a saúde física consiste no bem estar corporal e esta sim, é a ausência de doenças; a relação harmônica consigo mesmo e com as pessoas que nos rodeiam são expressões da saúde psicológica, social e familiar; a saúde financeira é representada pelo uso responsável e equilibrado das finanças pessoais; e a saúde espiritual, que vem cada vez mais sendo reconhecida é a relação harmônica com Deus, e independe de religião.

Considerando todos estes aspectos podemos pensar que o conceito de saúde torna-se cada vez mais abstrato, mais difícil de ser avaliado e principalmente mais difícil de ser alcançado. Talvez seja isso mesmo, mas esse movimento foi importante para que pudéssemos ampliar nossa visão e consideramos aspectos de nossas vidas que são tão importantes quanto a saúde física, e que, se desequilibrados, também podem influenciá-la negativamente.

A partir deste novo conceito, uma pessoa 100% saudável dificilmente é encontrada, mas isso não significa que não tenhamos que perseguir esse objetivo. Uma boa maneira de iniciar essa busca é pensar em cada um destes tipos de saúde citados acima, nos darmos uma nota (de 0 a 10) e ao final fazermos uma média entre elas, o que resulta em um número que representa a nossa saúde total, se ficou muito distante de 10 é sinal de que precisamos mudar. O próximo passo é identificar quais são os tipos de saude que estão com notas mais baixas e fazer um planejamento, escrevendo, mesmo, em um papel, para ficar mais objetivo, especificando passo-a-passo como fazer para melhorarmos nestes aspectos. Depois de um tempo perseguindo esse objetivo da saúde 100% (que talvez nunca seja alcançado) com certeza poderemos identificar muitos aspectos positivos e um grande acréscimo na nossa qualidade de vida.

Dayse Rodrigues.

Vaga para Médico

Idea Consult está selecionando para seu cliente (Empresa de Segurança e medicina do trabalho) o seguinte cargo:

Médico do trabalho ou clínico geral


Para trabalhar três horas por dia em São José, realizando exames laborais.

Interessados devem enviar currículo para o e-mail: dayse@ideacon.com.br ou entrar em contato pelos telefones (48) 91410150 ou 33443713 com urgência.

Dayse Rodrigues – Consultora em Recursos Humanos

Psicóloga – CRP-12/02390

Motivação para o trabalho

Motivação para o trabalho

Dentre as maiores preocupações que enfrentam desde os pequenos até os grandes empresários está a motivação de seus funcionários. Sem dúvida este é um assunto frequente e de solução não muito fácil. Como fazer com que os funcionários “vistam a camisa da empresa” e invistam seus esforços em favor dos objetivos da organização? Bons salários, ótimo ambiente, gratificações, será que isso é o suficiente para manter as pessoas motivadas em seus postos de trabalho? Estas são perguntas freqüentes quando se trata deste assunto.

Muitos estudos já foram realizados em relação à motivação humana, que resultaram em várias teorias, apesar de nem todas possuírem valor científico. Podemos citar entre as mais tradicionais a teoria de Maslow (hierarquia das necessidades), a de Herzberg (teoria dos dois fatores), a de Lawler III (teoria da expectação) e a mais aceita atualmente, a teoria de Vroom (modelo contingencial).

A teoria de Maslow, a hierarquia das necessidades, é a mais antiga e a mais comum entre as acima citadas. Maslow definiu cinco necessidades para o homem e as dividiu entre necessidades primárias e secundárias. As necessidades primárias seriam as necessidades fisiológicas (fome, sede, etc) e as necessidades de segurança (proteção contra o perigo ou privação), enquanto as necessidades secundárias seriam as sociais (amizade, aceitação social, etc), as de estima (reputação, reconhecimento, etc) e as de auto-realização (realização do potencial, utilização plena dos talentos individuais, etc). À medida em que o homem satisfaz as necessidades mais básicas (primárias) começam a imperar as mais elevadas, seguindo a ordem em que foram citadas acima.

Herzberg, ao contrário de Maslow, fundamentou sua teoria no ambiente externo, ou seja, sua abordagem é extra- orientada. Segundo este autor dois fatores devem ser considerados na satisfação do cargo, são os satisfacientes (motivacionais) e os insatisfacientes (higiênicos). Os fatores satisfacientes estão relacionados com as necessidades mais elevadas da hierarquia de Maslow: realização, reconhecimento, responsabilidade, crescimento e trabalho em si; enquanto que os insatisfacientes podem ser relacionados com os três níveis inferiores da hierarquia de Maslow, entre os quais podemos citar: salário e benefícios, segurança no cargo, condições de trabalho, etc. Enquanto os fatores higiênicos estão ótimos, apenas evitam a insatisfação, mas quando precários, provocam insatisfação. Quando os fatores motivacionais são ótimos, elevam substancialmente a satisfação; quando são precários, apenas provocam ausência de satisfação. Baseado em sua teoria, a proposta de Herzberg para produzir uma maior motivação no trabalho seria o “enriquecimento de tarefas” que consiste em ampliar a responsabilidade, os objetivos e o desafio das tarefas do cargo.

A teoria da expectação criada por Lawler relaciona o dinheiro à motivação. Para Lawler o dinheiro, se bem utilizado, pode não somente motivar o desempenho, como também outros tipos de comportamento, como o companheirismo e a dedicação à organização. Ainda segundo este autor, se o dinheiro não produz efeito motivacional é porque não é bem utilizado pela organização. As pessoas precisam perceber que o seu desempenho é necessário para obter mais dinheiro. Isso porque o dinheiro permite não somente a satisfação de necessidades fisiológicas e de segurança como das necessidades sociais, de estima e de auto-realização.

A teoria de Vroom está entre as mais aceitas pelos psicólogos e sociólogos contemporâneos. A principal diferença entre esta e as outras teorias é que Vroom se baseou no fato de que diferentes pessoas reagem de maneiras diferentes, conforme a situação em que estejam colocadas, por isso não acredita que exista uma forma única de motivar as pessoas. Para Vroom, o desempenho parece depender de três forças básicas que atuam dentro do indivíduo: a força de atingir objetivos individuais, a relação que o indivíduo percebe entre produtividade e alcance dos seus objetivos individuais e a capacidade de o individuo influenciar seu próprio nível de produtividade.
Estas são as teorias mais aceitas, mais utilizadas, mas ainda existem outras em meio a um assunto tão essencial para as empresas e que gera sempre muita discussão. Qual a melhor forma de motivar as pessoas? Bem, vimos que existe um mínimo a ser oferecido para que as pessoas pelo menos não se desmotivem, que são os fatores higiênicos citados por Herzberg, ou as necessidades básicas de Maslow. Esse é o mínimo, porém muitas empresas ainda se concentram neles com o objetivo de aumentar a produtividade. Depois deste mínimo podemos pensar então no enriquecimento dos cargos, onde devem ser criados novos desafios, novas responsabilidades e objetivos dentro dos cargos. Mas o que parece ser o mais importante para a motivação das pessoas para realizar qualquer tarefa é a relação do resultado obtido através da atividade que realiza dentro da empresa com seus objetivos pessoais. Aqui entram as teorias de Vroom e Lawler, mas que também podemos comparar com as necessidades secundárias de Maslow.

Obviamente que trabalhar em uma empresa que remunera bem e que tem um ótimo ambiente físico é o que todos queremos, mas as pessoas não querem apenas isso. Um cargo interessante, que o desafie a crescer, também é o sonho de muitos. Mas em qualquer situação, em qualquer cargo, uma coisa que pode ser feita é a relação entre a realização de sonhos e objetivos pessoais com o resultado obtido através do trabalho a ser realizado. Essa é a recompensa que faz com que muitos acordem cedo todos os dias e volte tarde pra casa, sem desanimar. É saber que está trabalhando em prol de um objetivo maior e ter a certeza de que um dia ele será realizado. E isso é algo que não precisa ser feito somente pelas empresas, nós podemos fazer por nós mesmos, através da automotivação.

Dayse Rodrigues – Consultora em Recursos Humanos

Psicóloga – CRP/12-02390

Integração de novos colaboradores.

O “por que” e o “como” da integração de novos colaboradores ao ambiente de trabalho.


Quando um novo colaborador inicia na empresa é normal que ele fique um pouco retraído, e não muito a vontade, pois não conhece as pessoas, os ambientes, a cultura da empresa, enfim, não sabe bem “onde está pisando”. Por isso é importante reservar alguns minutos para fazer a integração deste novo colaborador à organização, pois funcionários conscientes produzem com mais qualidade, agilidade e motivação. Além de familiarizar o novo colaborador o mais depressa possível, a integração também é uma forma de garantir que as normas da empresa, bem como sua filosofia e padrões de qualidade sejam respeitados e seguidos.

Apesar de a integração ainda ser vista por muitos como uma tarefa corriqueira e sem importância, pode-se afirmar que esta é uma prática estratégica dentro das organizações. Dentre as vantagens de uma integração bem realizada podemos citar: o novo colaborador é induzido a ser mais produtivo em um espaço de tempo menor; evita erros na execução de tarefas; mantém a agilidade diante do cliente; favorece a imagem da empresa tanto para o novo colaborador quanto externamente e faz com que o colaborador se alinhe rapidamente aos objetivos e a filosofia da empresa.

Abaixo segue algumas dicas de como fazer a integração:

  • Inicie a integração no primeiro dia de trabalho (ou antes do seu ingresso), para que o novo colaborador não se “contamine” com informações de colaboradores antigos, que podem não corresponder à verdade ou com “vícios” que a empresa necessita mudar.
  • A adaptação deve seguir durante os meses de experiência do novo empregado, em que devem ser oferecidos a esse informações sobre sua performance profissional e os pontos que ele ainda precisa melhorar para desempenhar sua função com eficácia.
  • Para que o colaborador conheça bem a empresa em que atuará, como os seus produtos, seu espaço físico, suas regras, seus valores, etc; pode-se utilizar acesso ao site da organização, apresentação de vídeos, visita guiada, cartilhas e documentos institucionais, como o código de ética, regimento interno ou manual de integração.
  • Realizar uma boa integração com a equipe é essencial, pois conhecer as pessoas dá mais segurança a quem chega a um ambiente desconhecido. Apresente o novo colaborador ao gestor da equipe e reserve alguns minutos para que eles conversem. Uma apresentação do colaborador aos demais colegas do setor também é bem-vinda.
  • Forneça ao recém-chegado uma lista dos ramais de cada departamento e o nome dos profissionais que ele manterá contato para realizar suas atividades. Isso certamente influenciará positivamente o desempenho do funcionário em processo de adaptação.
  • Pode ser elaborado um manual de integração, onde constará todas as informações necessárias para que o novo colaborador conheça a empresa, como a missão, a visão, os valores, a história, os produtos, os clientes, benefícios, regras de conduta e direitos, deveres e noções de segurança no trabalho.

Dayse Rodrigues – Consultora em Recursos Humanos
Psicóloga – CRP-12/02390
dayse@ideacon.com.br

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(48) 91410150

Faz bem sonhar acordado?

Faz bem sonhar acordado?


Que sonhar é bom, disso ninguém discorda. Aliás, quem nunca se pegou, distraído, imaginando o futuro? Pensando em como seria bom se as coisas acontecessem exatamente da forma como pensamos? Mas, melhor do que sonhar é quando a gente vê um sonho realizado! Não tem nada melhor do que ver um filho nascendo, depois de anos de tratamento para engravidar, ou então, finalmente inaugurar o tão planejado negócio próprio, por exemplo.

Todos nós temos a capacidade de sonhar, e praticamente paramos de viver se a perdemos. Imagine viver sem ter desejos, aspirações, sem ter um motivo para lutar. Esse é um dos sintomas da depressão, uma doença que está sendo cada vez mais comum em nossos dias. E esse também é um caminho para se curar desta doença, pois quando voltamos a sonhar, e principalmente, a acreditar em nossos sonhos, recuperamos a vontade de viver.

Mas, como tudo na vida, os sonhos também devem ser dosados. Aliás, dosados não, realizados. Pensando bem, podemos sonhar a vontade, a medida em que formos realizando. O que não é uma boa idéia é sonhar apenas por sonhar. Algumas vezes ouvimos como uma crítica: “Fulano é um sonhador!”, mas qual seria a graça da vida se não pudéssemos sonhar? O importante é fazer como Gilberto Gil nos diz em uma de suas músicas: “Eleve-se ao céu com seus pés no chão”. Ou seja, sonhar sem sair da realidade. Sonhar bem acordado, planejando a sua realização.

Se formos lembrar dos nossos sonhos de criança ou adolescência, perceberemos quantos deles foram realizados, ou não. E, ainda relembrando, o que fizemos para realizá-los? Nascemos (ou aprendemos, e isso é uma outra discussão) com a capacidade de sonhar, mas uma coisa que muitos de nós temos que adquirir é a capacidade de colocar os sonhos em prática. Os sonhos não se realizam por si mesmos. Para que um sonho seja realizado ele deve ser planejado e trazido para a realidade, e isso requer persistência e foco. Esse fato pode ser facilmente comprovado através de biografias de grandes personalidades.

Noutro dia estava assistindo uma entrevista com um famoso ator, quando lhe perguntaram quais eram seus próximos planos. Ele respondeu: “não sei, eu não planejo muito, deixo a vida me levar…” Bem, acho que ele estava mentindo (por que ele era um ator de sucesso), ou então tinha muita sorte. Quando deixamos a vida nos levar, podemos ir para qualquer lugar! E esse lugar pode ser bom ou ruim. Devemos ter nas mãos as rédeas de nossas vidas, podendo escrever nosso próprio futuro.

Muitas vezes acabamos nos esquecendo dos nossos sonhos ou deixamos de acreditar neles. Nos deixamos levar pelo dia-a-dia, e vamos vivendo assim, sem um objetivo definido ou sempre pensando em nosso sonhos como algo que nunca iremos realizar. E se não fizermos nada em relação a eles, eles realmente nunca serão realizados. Há algum tempo atrás alguém me perguntou: “Quando tu tiveres 50 anos, tu queres estar trabalhando no que trabalhas hoje?” E isso me fez pensar que precisava fazer algo para mudar a minha situação. Faça esta pergunta a si mesmo, em relação as diversas áreas da sua vida, não somente a profissional. Esse exercício é importante, porque na maioria das vezes sabemos que algo não está como gostaríamos que estivesse, mas não percebemos que se não fizermos nada para mudar, continuaremos exatamente como estamos. E quanto mais tempo demorarmos para percebermos isso, menos tempo teremos para desfrutar de nossos sonhos realizados.

Dayse Rodrigues.

Quem precisa fazer psicoterapia?

Quem precisa fazer psicoterapia?


É comum as pessoas se perguntarem se precisam fazer psicoterapia, e mais comum ainda é encontrarmos pessoas que não tem idéia de como ela acontece e para que ela serve ou pessoas que têm idéias totalmente distorcidas em relação a este assunto. Isso é perfeitamente compreensível, pois a psicologia é uma ciência bastante jovem e que precisa ser ainda muito discutida. A primeira coisa que precisamos esclarecer em relação a este assunto é: PSICOTERAPIA NÃO É COISA DE MALUCO!

Sim, muitas pessoas que são consideradas “malucas” precisam fazer psicoterapia, além do acompanhamento do psiquiatra, mas esse não é o maior “público” do psicoterapeuta. Talvez eu possa estar exagerando, mas considero que todo mundo deveria fazer psicoterapia, em algum momento de sua vida. Digo isso porque a psicoterapia serve não somente para quem sofre ou para quem é infeliz, mas também para quem quer se conhecer melhor e se colocar perante a vida de uma forma mais segura, mais madura e também para quem quer melhorar seu desempenho em qualquer área.

Durante o processo de psicoterapia começamos a realmente nos conhecer, perceber quais as nossas limitações, o que nos impede de sermos melhores, mais felizes, como também nossas capacidades. A maioria das pessoas não tem esse conhecimento e vai vivendo da maneira como pode, algumas infelizes, outras não, mas sem saber quem elas realmente são e de que forma elas poderiam melhorar no seu relacionamento familiar, social ou profissional. A psicoterapia nos ajuda a conhecer a forma como estamos nos relacionando com o mundo e conosco, sem julgamento.

Para as pessoas que sofrem de alguma forma, ou que não se consideram felizes, a psicoterapia pode esclarecer conflitos que no dia a dia elas não percebem, ou se negam a aceitar. Para sermos realmente felizes é imprescindível encarar nossos “fantasmas” de frente, não adianta em nada tentarmos fugir dos problemas. Agindo desta forma, a tendência é que eles cada vez aumentem mais, até que se tornem insuportáveis.

Muitas pessoas também têm uma idéia de que por estarem procurando um psicólogo estarão se mostrando fracas, impotentes ou incapazes. Mas na verdade quem procura fazer psicoterapia mostra grande coragem, através da sua disposição para enfrentar os problemas e pra começar a mudar sua vida, procurando se sentir bem e ser feliz. O primeiro passo rumo a terapia é muitas vezes adiado, pois é muito difícil sairmos de nossa “zona de conforto” mesmo que tenhamos a consciência de que não estamos felizes. É preciso muita coragem para mudar o que é preciso e para aceitar o que não podemos mudar.

A psicoterapia, na prática pode variar muito de acordo com o referencial teórico adotado pelo profissional, e aquela imagem que muitos possuem, de que o paciente fica em um divã falando e o psicólogo numa poltrona, só ouvindo, hoje em dia é pouco utilizada. É muito mais frequente a conversa e a interação entre paciente (que alguns psicólogos preferem chamar de cliente) e psicoterapeuta. É importante também ressaltar que o psicólogo não tem resposta para tudo, ele apenas nos auxilia a achar as nossas próprias respostas, que estão dentro de nós, e que nos ficam cada vez mais inacessíveis, a medida em que nos distanciamos de nós mesmos.

Para que a psicoterapia realmente dê certo e provoque mudanças é necessário, em primeiro lugar, admitir que algo em nossa vida não vai bem, ou que é preciso melhorar em algum aspecto. E em segundo lugar é essencial que haja empatia e confiança no psicólogo, sendo que às vezes é preciso procurar mais de um profissional até encontrar aquele que está em maior “sintonia” com você, ou que trabalha com uma técnica que é mais adequada às suas necessidades.

Se você se pergunta se precisa fazer psicoterapia é porque provavelmente alguma coisa em sua vida não está bem e este já é um bom motivo para conversar com um psicoterapeuta, nem que seja para esclarecer esta dúvida. Muitas vezes vale a pena fazer uma sessão (muitos profissionais não cobram a primeira sessão) somente para avaliar se existe mesmo esta necessidade ou não. Em alguns casos, uma única conversa já é o suficiente.

Dayse Rodrigues – Psicóloga
CRP- 12/02390
dayse@ideacon.com.br

Alimente Bons Pensamentos

Alimente Bons Pensamentos


Quando resolvi escrever sobre a importância do pensamento positivo fiz uma busca em outros blogs, para saber o que se têm escrito sobre isso no momento, e a minha surpresa foi que não encontrei nenhum artigo escrito em blogs sobre esse assunto. Mas encontrei alguns sobre a importância de se evitar o pensamento negativo. Logo cheguei a conclusão de que até mesmo quando queremos incentivar atitudes e pensamentos positivos, acabamos focando nos negativos! Pensei em escrever este artigo sem citá-los, mas reconsiderei, afinal devemos avaliar os dois lados da moeda. Na verdade não devemos negar os pensamentos negativos, pois todos nós acabamos os produzindo, é importante ficarmos atentos justamente para não deixarmos que eles predominem.

As informações que chegam até nós, através dos vários veículos da mídia, derivadas dos estudos relacionados ao assunto são que os otimistas vivem mais, têm menos problemas de saúde, produzem mais no trabalho, alcançam melhores desempenhos nos estudos e são mais felizes. Mas, diante destas informações, podemos pensar: “Eles são felizes porque são otimistas, ou são otimistas porque são felizes?” Não é fácil responder a esta pergunta, da mesma forma que é difícil chegar a uma conclusão sobre se quem veio primeiro foi o ovo ou a galinha. Mas o fato é que uma pessoa infeliz com certeza está inundada de pensamentos negativos, e um bom caminho para sair da tristeza pode ser mudar a sua forma de pensar. O primeiro passo nessa jornada é se dar conta de que produz esses pensamentos, só assim é possível revertê-los.

Muitas vezes, apenas um pequeno pensamento negativo acaba por desencadear uma série de dúvidas e frustrações que podem levar uma pessoa à tristeza. E ele é como um vírus, que se desencadeia e cresce rapidamente. Pessoas negativas dizem “eu não sei” antes de se questionar, “eu não quero” antes de consultar seu desejos e “eu não posso” sem conhecer suas potencialidades. Estas pessoas passam muito mais tempo lamentando os seus problemas do que tentando encontrar soluções.

Através de atitudes positivas nos tornamos mais capazes, pois não nos colocamos limites imaginários. Quando somos otimistas, sabemos que a distância entre nossos sonhos e nossas conquistas são definidos em grande parte por nossas próprias atitudes. Somos mais felizes, porque tendemos a ver as dificuldades como algo passageiro, e acreditamos que temos a capacidade de resolvê-las, ou a força necessária para suportá-las.

Mudar a nossa atitude perante a vida não é nada fácil, mas é possível. Basta ter perseverança, pois é necessário fazer uma auto- análise constante. Precisamos estar atentos ao que pensamos para que quando um pensamento negativo surja possamos avaliar se ele realmente condiz com a realidade, antes de tomá-lo como uma verdade. Tudo na vida tem o seu lado bom, e o seu lado ruim, e para todo problema existe uma solução. A medida que começamos a modificar a nossa maneira de pensar, mudamos também nosso comportamento, e consequentemente a nossa vida.

Dayse Rodrigues – Consultora em Recursos Humanos
Psicóloga – CRP-12/02390
dayse@ideacon.com.br

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